Carrinho ambulante: perigo constante!
- 8 de jun. de 2016
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Quem nunca teve um mal-estar acompanhado de dor de barriga e vômitos depois de comer alguma coisa na rua?
Só no ano passado, o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), do governo do Estado de São Paulo, notificou 7253 casos de doenças transmitidas por água e alimentos (DTA).
Alguns alimentos exigem cuidado dobrado antes de serem colocados no prato, ainda mais quando não se conhece a sua procedência. Todos os alimentos são de riscos se preparados sem higiene e/ou mantidos sem refrigeração ou aquecimento adequado.
O cachorro quente esconde um enorme perigo de contaminação. O principal problema está na salsicha, que pode conter a bactéria Listeria monocytogenes. Após sua ingestão, costumam aparecer diarreia e fortes cólicas abdominais em 24 horas. Não é indicado consumir a salsicha que esteja fora de refrigeração, crua ou aquela mergulhada há horas na panela do carrinho de cachorro-quente, a não ser que a água emane vapores, isto é, esteja acima de 65 graus. Ela deve ser cozida na hora e por cinco minutos após levantar fervura. Cuidado ainda com o purê que acompanha o sanduíche: por ser preparado com leite e muitas vezes ficar exposto inadequadamente – o que também pode causar problemas. Devemos guardar os alimentos corretamente para manter a comida longe das bactérias.
Antes de comer aquele lanchinho, verificar as condições de higiene, o armazenamento dos alimentos, a utilização dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) são essenciais para nos manter longe das DTAs.
Fontes:http://www.ebah.com.br/content/ABAAAApYAAE/artigo-analise-microbiologica-lanches-comercializados-carrinhos-ambulantes
http://www.metodista.br/rronline/noticias/cidades/pasta-5/cuidados-para-que-o-lanche-nao-seja-indigesto
http://saude.ig.com.br/bemestar/alimentos+os+top+5+da+contaminacao/n1237772907747.html

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